terça-feira, julho 12, 2005

Das Finanças...

Falando hoje um pouco sobre um tema que se tornou, desde há 4 ou 5 anos atrás, o tema central da nossa economia desadequada e antiquada às exigências dos mercados globais do futuro... As finanças públicas e o défice público.

Incontáveis Governos se centraram nesta pequena parte que pesa sobre o crescimento favorável e saudável da nossa economia. De sublinhar, o governo Guterres, ainda que apenas e somente no final do seu mandato, o qual acabou por ser interrompido pela cobardia do mesmo, o governo Barroso, o governo Santana Lopes e agora, o governo Sócrates. Facto assumido e verídico é que, na verdade, existe um enorme buraco nas despesas do Estado e do sector público em Portugal, grande parte devido ao peso do Estado na economia e na enormidade burocrático-socialista do sector público na nossa economia. Tudo porque se aposta e se apoia constantemente o nosso investimento no investimento público, tornando-se o investimento privado quase dependente do investimento público directo. E de tal forma este processo de aristocratização e de ataraxia no sector privado tem sido patenteado pelo mau hábito que o sector público gerou no nosso país aos sectores privados, que hoje em dia, ainda que o sector público conhecesse uma fase boa e não tivessemos tal défice, estaria ainda o nosso sector privado numa fase de indiferença e de lucro promiscuamente obtido.

A verdade é que nem Guterres, nem Barroso, nem Santana, nem Sócrates encontraram as soluções certas e adequadas para um problema sobre o qual se dramatiza mais do que se deveria fazer. O défice assumiu o papel de prioridade máxima destes 4 governos, e o controlo das contas públicas foram incontáveis vezes alvo de uma pesada crítica por parte das consecutivas oposições. Chegamos agora ao corrento ano de 2005, com um governo que havia proposto ao povo um "Plano Tecnológico" que, supostamente, apostaria fortemente no investimento privado, simultaneamente criando um crescimento económico e uma redução nas despesas do Estado, que não passa de um sonho por concretizar, e com uma retoma das medidas punitivas do Barrosismo que os "Socráticos" tanto haviam criticado.

Onde é que, caros leitores, se encontra uma solução "viável" no aumento dos impostos sobre o consumo e sobre o rendimento salarial? Onde é que se pretende restituir o crescimento económico do país fazendo isto? Onde é que um rigor nas contas públicas pode beneficiar o crescimento económico do país, se não há quem pague a crise?

E porque não se aposta antes no incentivo ao investimento privado? Porque não se viabiliza a modernização tencológica do sector industrial Português? Porque é que se continua a apostar numa produção deficitária, de má qualidade, com mão-de-obra cara e mal qualificada, incapaz de competir com os preços dos produtos de superior qualidade a nível europeu e mundial? Porque é que se aposta em punir ainda mais o maior sector Industrial Português, o do tabaco, por exemplo, com maiores e mais pesados impostos sob a venda de tabaco?

Falta a indispensável coragem, aquela que não existe, pura e simplesmente, na actual classe política eligível nos dias de hoje, nesta nossa Lusitana Terra...

sábado, julho 02, 2005

A Campanha do "Não"

Das questões que se intrepõem no pensamento do Povo Português e em geral, do Povo Europeu, está sem dúvida bem marcada nas massas cinzentas, regozijadamente instaladas nos confins dos crânios das massas (de quem as tiver, claro está...), a questão da Constituição Europeia.

Dizer "Sim" ao federalismo Europeu, sob a égide de uma Democracia-liberal impotente e fraca, ou preferir a audácia, bravura e coragem do "Não" à subversão dos interesses nacionais aos grupúsculos de "burocratas-democratas", perdidos nos antros do intenso "lobbying" que persiste e não desiste de assolar a União Europeia?

Aceitar a continuidade da mediocridade existente a nível Nacional e Europeu, ou reformular as formas e estruturas das Organizações competentes, de modo a estas tornarem-se independentes de pressões globalizantes que, em termos gerais, as dominam totalmente nos dias de hoje?

Ou...

Preserverar na crença de que é possível construir uma unidade Europeia sob a égide de uma Nacional-Democracia, por substituição dos orgãos existentes, cuja sustentabilidade finançeira, económica e política começa a ver abalar-se sobre as áridas terras da descrença?

Devemos pois dizer "Não", alto e em bom som.

Torna-se imperativo assumir a necessidade magistral de proclamarmos a prioridade do bem-estar Nacional, e da necessidade de uma mudança Nacional-Democrata, não só em Portugal, como também em toda a Europa. O futuro reserva-nos a fortuna e a glória, se no presente, laborarmos para tal. É pois necessário procalamar o "Não", por Portugal, e pela própria Neo-Europa Nacional-Democrata!

quarta-feira, junho 29, 2005

O Começo...

O Idealismo, segundo alguns reconhecidos escolásticos e especialistas empíricos na questão, é prejudicial ao desenvolvimento de uma racionalidade consciente e conspicuosa humana. Esta é a opinião do Sistema.

Eis a de dois jovens, provenientes da excelsa colheita de 1987, que se juntaram nesta fortúita empresa, desafiando o "politicamente correcto" e o "sistematicamente aceitável": O Idealismo? É o prelúdio do Homem moderno. É o correspondente ao Super-Homem de Nietzsche, e o que fará descer o crepúsculo divino sobre a génese Humana.

Seremos doidos varridos? Ou Idealistas Racionais?

A resposta dar-vos-emos nós, ao longo dos artigos que aqui publicarmos, da nossa autoria, e não só.

Assumimos uma posição e opinião política Nacionalista. Amamos a nossa Pátria, e amamos a nossa História, algo que 30 anos de "desensino" têm enegrecido e enublado nas mentes da Juventude vigente, e isso é motivo da nossa mais profunda tristeza. Os nossos artigos conterão uma mensagem de despertar Nacional para os problemas e a insolubilidade democrática destes, e para a consciencialização das massas jovens e adultas sobre os mesmos, que tão graves consequências presentes e futuras começam a despontar. Publicaremos a nossa opinião política sobre os diversos eventos da actualidade, faremos ouvir a voz dos nossos colaboradores, e escreveremos ainda alguns artigos sobre conceptualidades histórico-culturais sobre Nacionalismo e Fascismo.

Para acabar este "Começo", deixo-vos algo de alguém que nos deixou um vasto legado:

"Sozinho, o sangue move as rodas da História." - Benito Mussolini


Um bem-haja a todos.